Então nós voltamos. Uma parte de mim sabia que isso aconteceria. Todo mundo sabia, para falar a verdade... Resolvi voltar porque não estava acabado. Ainda tinha coisas para acontecer. Mas dessa vez é tudo ou nada.
Ele não é mais o mesmo. Eu sei. Eu percebo. Não culpo. Eu também ficaria com um pé atrás. Eu dei motivos suficientes para ele ficar. Agora eu me sinto como se eu fosse a pessoa que vai atrás agora. Percebo pela quantidade de mensagens que mando e ele responde brevemente ou minutos, às vezes horas, depois. Mas eu entendo. Perdi parte dele.
But moving on from him is impossible when I still see it all in my head. Burning red.
Loving him was red.
domingo, 21 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Sometimes I wish I was dead.
But then I realize that I'm already dead on the inside...
Queria poder desaparecer.
Queria poder desaparecer.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Day 3
Dear seventeen magazine, terceiro dia de recuperação e não chorei ainda hoje. How depressing isso soou. Estou até me sentindo melhor hoje. Talvez pelo fato de eu não estar aqui hoje.
Hoje eu passei a manhã em LA, sendo uma mulher negra que tem essa imagem do cara perfeito na cabeça até que ela encontra um paisagista branco que muda todos os seus conceitos.
A tarde, eu fui para Neptune. Passei horas e horas resolvendo os mistérios junto da incrivelmente pequena Veronica Mars. Claro que tiveram aqueles breves fast foward nas cenas de amor, simplesmente porque eu não estou pronta ainda para ver Logan e Veronica ou Veronica e Dunkan. E eu pulei um episódio também. Definitivamente ver "Dunkan Kane, he used to be my boyfriend." fugindo com a filha, cuja mãe era sua ex-namorada que havia morrido, ao som de "Adelaide" enquanto Veronica chorava no chão do seu quarto não é algo que eu estou "bem" para ver. Na verdade, a primeira vez, a segunda e a terceira vez que vi, já fizeram eu passar o dia chorando. Ver a quarta, no meu atual estado, provavelmente renderia a semana.
Tive recaídas também. Durante a tarde, me olhei no espelho e um pensamento me veio na cabeça. "Eu estou solteira.". Na mesma hora que pensei isso, lembrei da primeira vez que olhei para esse mesmo espelho e pensei: "Eu estou namorando.". Naquele dia, logo depois de pensar nisso, dei aqueles pulinhos adolescentes e me joguei na cama para dar um gritinho histérico no travesseiro. Those were happy times...
A verdade é que eu continuo falando todas essas desculpas para fingir que de alguma maneira eu estou bem, mas a verdade é que eu não estou. Eu não estou bem. Acordei de manhã hoje e pensei que definitivamente, já tive lamentações o bastante. E que hoje, eu faria qualquer coisa, menos pensar nisso. Mas meu outro lado ao mesmo tempo ficou pensando que não havia nada de errado em me sentir mal, é assim que as coisas são... Anyway, não sei porque eu fico escrevendo aqui ainda. Acho que é para no futuro eu ler e pensar "Tudo passa".
Hoje eu passei a manhã em LA, sendo uma mulher negra que tem essa imagem do cara perfeito na cabeça até que ela encontra um paisagista branco que muda todos os seus conceitos.
A tarde, eu fui para Neptune. Passei horas e horas resolvendo os mistérios junto da incrivelmente pequena Veronica Mars. Claro que tiveram aqueles breves fast foward nas cenas de amor, simplesmente porque eu não estou pronta ainda para ver Logan e Veronica ou Veronica e Dunkan. E eu pulei um episódio também. Definitivamente ver "Dunkan Kane, he used to be my boyfriend." fugindo com a filha, cuja mãe era sua ex-namorada que havia morrido, ao som de "Adelaide" enquanto Veronica chorava no chão do seu quarto não é algo que eu estou "bem" para ver. Na verdade, a primeira vez, a segunda e a terceira vez que vi, já fizeram eu passar o dia chorando. Ver a quarta, no meu atual estado, provavelmente renderia a semana.
Tive recaídas também. Durante a tarde, me olhei no espelho e um pensamento me veio na cabeça. "Eu estou solteira.". Na mesma hora que pensei isso, lembrei da primeira vez que olhei para esse mesmo espelho e pensei: "Eu estou namorando.". Naquele dia, logo depois de pensar nisso, dei aqueles pulinhos adolescentes e me joguei na cama para dar um gritinho histérico no travesseiro. Those were happy times...
A verdade é que eu continuo falando todas essas desculpas para fingir que de alguma maneira eu estou bem, mas a verdade é que eu não estou. Eu não estou bem. Acordei de manhã hoje e pensei que definitivamente, já tive lamentações o bastante. E que hoje, eu faria qualquer coisa, menos pensar nisso. Mas meu outro lado ao mesmo tempo ficou pensando que não havia nada de errado em me sentir mal, é assim que as coisas são... Anyway, não sei porque eu fico escrevendo aqui ainda. Acho que é para no futuro eu ler e pensar "Tudo passa".
domingo, 2 de setembro de 2012
"Inside I hope you know I'm dying...
with my heart beside me in shattered pieces that may never be replaced."
"Por que você está assim? Você que terminou. Era para se sentir aliviada e não desse jeito."
Não acho que minha mãe esteja certa. Só porque eu terminei, não quer dizer que eu me sinta bem com isso. Muito pelo contrário. Eu me sinto como se eu estivesse desintegrando lentamente e que, em breve, não haverá mais nada.
É complicado de explicar. Eu ainda gosto, muito até, dele. Qualquer coisa que eu faça, me lembra ele. Eu sinto uma falta imensa, mesmo sendo apenas um dia. É como se eu tivesse enterrado ele vivo. Mas para mim, foi melhor tê-lo enterrado vivo do que depois ter que enterrá-lo morto, cheio de mágoas e frustrações... Não dá para explicar isso. É só que eu gosto demais para perdê-lo.
Ele foi provavelmente a melhor pessoa que já conheci em toda minha vida. É aquele tipo de pessoa que despedaça seu coração só por existir. Dói demais ao lembrar da noite anterior. Toda as lágrimas, as perguntas... Quando eu lembro da caminhada de volta para casa, com ele tendo que parar porque ele simplesmente não conseguia andar de tanto chorar... Me parte o coração. E aí eu lembro de mim. Sem emoção nenhuma no rosto. Cinismo e orgulho guiando tudo ao caos. Se sentindo boa demais para demonstrar emoções naquele momento. Não querendo nem tocá-lo para evitar arrependimentos... Nesse momento que eu entendo o porquê da minha morte solitária. The biggest bitch the world has ever seen.
Ao chegar em casa, até que ainda estava controlada. Tentando não pensar muito. Mais aí chega a mensagem. Não dele, de um amigo que sabia exatamente que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. "Eu sinto muito por isso. De verdade.". Couldn't hold my tears. Simplesmente porque eu também sinto muito. Eu sinto muito mesmo. De verdade... Eu não consigo nem expressar o quanto eu sinto. I'm sorry.
sábado, 1 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
5 things about relationships.
1) Sua vida não é mais só sua.
Sempre fui do tipo que dizia, e ainda digo, "Só quem manda em mim são meus pais, porque eles pagam minhas contas.". Mas, infelizmente, começar um relacionamento sério com outra pessoa, muda essa realidade. Não é como se você estivesse sendo obrigada a fazer certas coisas, ou deixar de fazer outras, é só que você começa a pensar nas consequências. Você para de fazer algumas coisas simplesmente para não deixar outra pessoa chateada ou no meu caso, na maioria das vezes, evitar escutar aquele mimimi de sempre.
2) Você tem que melhorar suas habilidades de comunicação.
Às vezes, quase sempre, tenho preguiça de falar com as pessoas. Até de me despedir ou de cortá-las. Uma das coisas que me deixam mais "irritada" é ter que praticamente escrever um texto só para falar que vai dormir. Um "Vou dormir, tchau" não é mais suficiente. Só para fazer essa atitude cotidiana, você tem que mandar primeiramente "Estou com sono. Vou dormir... Boa noite. Dorme bem. Te amo. Beijos." e se você não mandar... chama a polícia! Você vai receber, pelo menos, sete mensagens cujo conteúdo é algo do tipo "Está com raiva? Foi algo que eu fiz? Por que você está assim? Vou te ligar... Me atende. Por que não está atendendo? Desculpa por qualquer coisa... Me diz o que eu fiz..." Oh my Jesus. Eu estou apenas extremamente cansada!! Será que eu não posso ir dormir?!!?!?!??!?!
3) Você tem que ser simpática com gente que não suporta.
Seus amigos são as melhores coisas do mundo. Os amigos dele são seu maior pesadelo. Mesmo que você ache o cara o maior babaca do mundo, a voz dele te incomode e você não consiga ficar no mesmo lugar que ele por muito tempo, você tem que ser a pessoa mais agradável do mundo com ele. Só porque ele é amigo do seu namorado. E nem pense em falar mal dele depois, o que você vai escutar é um "Não entendo como você acha isso dele, ele é super gente boa...". Gente boa. Gente boa. Talvez ele ache isso porque babaca sempre gosta de outro babaca.
4) Você tem que compartilhar quase tudo.
Comida, bebidas, opiniões, sentimentos, amigos... Como eu disse no primeiro tópico, sua vida não é mais sua. Existe outro ser fazendo parte do seu cotidiano, sabendo praticamente todos os seus passos, comendo da sua batata frita, tomando sua água de coco e conversando com seus melhores amigos.
5) Companhia à distância de um telefonema.
Você acorda meio dia. Está sozinha em casa, com saudade dos seus pais. Tem vários filmes bons passando na tv. Está frio também, o tempo dessa cidade anda meio louco. Uma ligação e você está deitada no sofá, tem uma pessoa afagando seus cabelos e você até dá uma cochilada no meio do filme porque você não dormiu o suficiente. Você acorda com frio. Pegaram quase todo seu cobertor e você está morrendo de frio. Você tenta puxar e nada acontece. Você desiste, se aconchega mais um pouco naquele peso quase morto, por causa do sono, ao seu lado e cai no sono novamente.
Sempre fui do tipo que dizia, e ainda digo, "Só quem manda em mim são meus pais, porque eles pagam minhas contas.". Mas, infelizmente, começar um relacionamento sério com outra pessoa, muda essa realidade. Não é como se você estivesse sendo obrigada a fazer certas coisas, ou deixar de fazer outras, é só que você começa a pensar nas consequências. Você para de fazer algumas coisas simplesmente para não deixar outra pessoa chateada ou no meu caso, na maioria das vezes, evitar escutar aquele mimimi de sempre.
2) Você tem que melhorar suas habilidades de comunicação.
Às vezes, quase sempre, tenho preguiça de falar com as pessoas. Até de me despedir ou de cortá-las. Uma das coisas que me deixam mais "irritada" é ter que praticamente escrever um texto só para falar que vai dormir. Um "Vou dormir, tchau" não é mais suficiente. Só para fazer essa atitude cotidiana, você tem que mandar primeiramente "Estou com sono. Vou dormir... Boa noite. Dorme bem. Te amo. Beijos." e se você não mandar... chama a polícia! Você vai receber, pelo menos, sete mensagens cujo conteúdo é algo do tipo "Está com raiva? Foi algo que eu fiz? Por que você está assim? Vou te ligar... Me atende. Por que não está atendendo? Desculpa por qualquer coisa... Me diz o que eu fiz..." Oh my Jesus. Eu estou apenas extremamente cansada!! Será que eu não posso ir dormir?!!?!?!??!?!
3) Você tem que ser simpática com gente que não suporta.
Seus amigos são as melhores coisas do mundo. Os amigos dele são seu maior pesadelo. Mesmo que você ache o cara o maior babaca do mundo, a voz dele te incomode e você não consiga ficar no mesmo lugar que ele por muito tempo, você tem que ser a pessoa mais agradável do mundo com ele. Só porque ele é amigo do seu namorado. E nem pense em falar mal dele depois, o que você vai escutar é um "Não entendo como você acha isso dele, ele é super gente boa...". Gente boa. Gente boa. Talvez ele ache isso porque babaca sempre gosta de outro babaca.
4) Você tem que compartilhar quase tudo.
Comida, bebidas, opiniões, sentimentos, amigos... Como eu disse no primeiro tópico, sua vida não é mais sua. Existe outro ser fazendo parte do seu cotidiano, sabendo praticamente todos os seus passos, comendo da sua batata frita, tomando sua água de coco e conversando com seus melhores amigos.
5) Companhia à distância de um telefonema.
Você acorda meio dia. Está sozinha em casa, com saudade dos seus pais. Tem vários filmes bons passando na tv. Está frio também, o tempo dessa cidade anda meio louco. Uma ligação e você está deitada no sofá, tem uma pessoa afagando seus cabelos e você até dá uma cochilada no meio do filme porque você não dormiu o suficiente. Você acorda com frio. Pegaram quase todo seu cobertor e você está morrendo de frio. Você tenta puxar e nada acontece. Você desiste, se aconchega mais um pouco naquele peso quase morto, por causa do sono, ao seu lado e cai no sono novamente.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
"All wrapped up in"
"As soon as I listen to this all the feelings I had for that guy just come back. I dont have feelings for him anymore, its just this song is all wrapped up in them."
I wish that without me your heart would break
I wish that without me you'd be
Spending the rest of your nights awake
I wish that without me you couldn't eat
I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep
terça-feira, 14 de agosto de 2012
You show the lights that stop me turn to stone, you shine it when im alone.
"You can’t love a group of people that much without some hate bleeding into it."
Amar seus amigos também é odiar seus amigos. Passo mais tempo com abuso/com raiva de você do que realmente gostando de você. Mas esses tempos de paz me fazem perceber como vale a pena os períodos de ódio.
Passei um tempo para perceber que talvez, você também seja um amigo para se ligar às cinco da manhã para ver o nascer do sol no Ibirapuera. Claro que você provavelmente ficaria de preguiça, me chamando de louca e dizendo que eu só estava te chamando como última opção...
"Pensei em fazer X coisa esses dias..." "É, eu sei. Por algum motivo, sonhei que você fazia isso..." "Não valeria a pena..." "É. Não valeria a pena mesmo.". Diálogos assim fazem com que eu me sinta de certa forma, amada, sei lá. Como se alguém realmente se importasse com as coisas que penso e sinto.
Por isso, agradeço pela sua paciência e atenção. E peço perdão por te odiar mais do que amar...
Amar seus amigos também é odiar seus amigos. Passo mais tempo com abuso/com raiva de você do que realmente gostando de você. Mas esses tempos de paz me fazem perceber como vale a pena os períodos de ódio.
Passei um tempo para perceber que talvez, você também seja um amigo para se ligar às cinco da manhã para ver o nascer do sol no Ibirapuera. Claro que você provavelmente ficaria de preguiça, me chamando de louca e dizendo que eu só estava te chamando como última opção...
"Pensei em fazer X coisa esses dias..." "É, eu sei. Por algum motivo, sonhei que você fazia isso..." "Não valeria a pena..." "É. Não valeria a pena mesmo.". Diálogos assim fazem com que eu me sinta de certa forma, amada, sei lá. Como se alguém realmente se importasse com as coisas que penso e sinto.
Por isso, agradeço pela sua paciência e atenção. E peço perdão por te odiar mais do que amar...
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
If it's love...
"Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera."
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera."
segunda-feira, 16 de julho de 2012
I feel so alone on a friday night...
Eu me acho uma pessoa com uma boa quantidade de amigos. A grande parte deles não é amigo mesmo, mas eles são aquele tipo que completa os amigos de verdade. Eles me animam, me fazem esquecer minhas aflições e afins. Tenho alguns melhores amigos. Uma quantidade muito boa, confio bastante neles, tenho um afeto enorme por eles, arriscaria até minha vida por eles... Porém ultimamente venho percebendo o quão sozinha eu sou.
Um dia desses, em uma das minhas crises de problemas(que ultimamente têm crescido tanto que eu nem sei mais o que fazer com eles), procurei em minha lista de contatos alguém para conversar. Passei um bom tempo subindo e descendo, lendo todos os nomes e relendo e relendo e relendo e não achei ninguém. Eu simplesmente parei nessa hora.
Nunca passei por momentos tão ruins quanto os que estou passando agora. Sei lá, antes era só colocar na caixa de nunca-abra-a-não-ser-que-queira-se-sentir-mal na mente e pronto. Tudo estava bem. Mas agora tudo mudou. Agora eu tenho que me preocupar, agora essas coisas têm consequências... Sei lá, ultimamente, as piores partes do dia são ir dormir e acordar. Eu simplesmente não consigo desligar meus pensamentos... Enfim, não quero falar sobre esses problemas agora. A questão é que mesmo que eu esteja com tudo isso acontecendo, não exista ninguém, além de mim, que saiba disso. É tão mais fácil colocar tudo na caixa nunca-abra-a-não-ser-que-queira-se-sentir-mal antes de sair de casa e continuar agindo como se nada acontecesse.
Não é como se eu me sentisse mal por conta disso, na verdade, eu até já me acostumei. Ultimamente venho passando mais tempo com meu pai. E fica chorando no colo dele é melhor do que ter que desabafar com alguém... Mas é só que é estranho não ter um pessoa do tipo posso-ligar-para-ver-o-nascer-do-sol-no-Ibirapuera-às-cinco-da-manhã.
Um dia desses, em uma das minhas crises de problemas(que ultimamente têm crescido tanto que eu nem sei mais o que fazer com eles), procurei em minha lista de contatos alguém para conversar. Passei um bom tempo subindo e descendo, lendo todos os nomes e relendo e relendo e relendo e não achei ninguém. Eu simplesmente parei nessa hora.
Nunca passei por momentos tão ruins quanto os que estou passando agora. Sei lá, antes era só colocar na caixa de nunca-abra-a-não-ser-que-queira-se-sentir-mal na mente e pronto. Tudo estava bem. Mas agora tudo mudou. Agora eu tenho que me preocupar, agora essas coisas têm consequências... Sei lá, ultimamente, as piores partes do dia são ir dormir e acordar. Eu simplesmente não consigo desligar meus pensamentos... Enfim, não quero falar sobre esses problemas agora. A questão é que mesmo que eu esteja com tudo isso acontecendo, não exista ninguém, além de mim, que saiba disso. É tão mais fácil colocar tudo na caixa nunca-abra-a-não-ser-que-queira-se-sentir-mal antes de sair de casa e continuar agindo como se nada acontecesse.
Não é como se eu me sentisse mal por conta disso, na verdade, eu até já me acostumei. Ultimamente venho passando mais tempo com meu pai. E fica chorando no colo dele é melhor do que ter que desabafar com alguém... Mas é só que é estranho não ter um pessoa do tipo posso-ligar-para-ver-o-nascer-do-sol-no-Ibirapuera-às-cinco-da-manhã.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Things i've accomplished so far...
Fim do semestre, o tempo passou mais rápido do que eu esperava. Acho que faculdade é assim mesmo, o tempo passa muito rápido e você nem sente. Como futura quase-ex-caloura, resolvi listar as coisas que consegui ao fim desse período:
1) Novos amigos.
Muito cedo para chamar de amigos, mas na falta de um termo melhor, esse dá para o gasto. Claro que seria praticamente impossível entrar em um ambiente novo, passar seis meses e sair sem novas amizades, mas mesmo assim.
2) Um namorado.
Me senti absurdamente jegue ao escrever isso, how lame. Bom, tive minhas "encrencas" no começo, mas agora já me sinto confortável com essa nova parte. Falando nisso, lembrar de escrever outro post falando sobre esse assunto.
3) Novas descobertas.
Mais uma vez brega. Mas não posso negar que aprendi muito nesses seis meses.
4) Aprimorar minha habilidade em dominó.
Claro que eu não poderia deixar de citar isso, já que minha vida universitária se resumiu a isso.
5) Duas reprovações, de quatro cadeiras.
Claro que tudo tem suas consequências e como consequência de todas as coisas que citei acima, o grande prêmio! Lembrar de fazer outro post sobre isso mais uma vez.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
I guess this is growing up.
Uma vez li em algum lugar que "você percebe que amadureceu quando passa mais tempo amando do que odiando seus pais.". Venho percebendo isso acontecer comigo ultimamente. Perdi minha fase de adolescente rebelde que é independente, não precisa de ninguém, pais são apenas fontes de dinheiro... Ultimamente, venho notando que agora que tenho a idade da "independência", preciso deles mais do que nunca.
Chateá-los ou magoá-los não me traz mais a sensação de triunfo, pelo contrário. Fico triste, me sinto mal, fico até pior do que estaria se eu tivesse sido chateada. Pior do que chateá-los ou magoá-los, é desapontá-los.
Chorei inicialmente por mim mesma, por pensar em como tinha feito besteira, por como tinha deixado em segundo plano algo que deveria estar em primeiro, sempre. Algo que vai decidir meu futuro e como vou viver pelos próximos anos. Chorei por pensar em todos os meus colegas seguindo em frente e eu ainda nessa mesma situação. Mas depois de escutar, não um sermão como eu esperava, mas um desabafo de puro desapontamento, chorei como se toda minha vida tivesse ido embora.
Escutar coisas "Eu não esperava isso." e "Toda minha vida eu esperei por essa época da sua vida, e isso acontece." foi como enfiar uma faca em meu coração. Na verdade, eu preferiria que tivesse sido uma faca ao invés disso.
Desisto de escrever essa postagem. Eu só queria acordar e perceber que nada disso aconteceu.
Chateá-los ou magoá-los não me traz mais a sensação de triunfo, pelo contrário. Fico triste, me sinto mal, fico até pior do que estaria se eu tivesse sido chateada. Pior do que chateá-los ou magoá-los, é desapontá-los.
Chorei inicialmente por mim mesma, por pensar em como tinha feito besteira, por como tinha deixado em segundo plano algo que deveria estar em primeiro, sempre. Algo que vai decidir meu futuro e como vou viver pelos próximos anos. Chorei por pensar em todos os meus colegas seguindo em frente e eu ainda nessa mesma situação. Mas depois de escutar, não um sermão como eu esperava, mas um desabafo de puro desapontamento, chorei como se toda minha vida tivesse ido embora.
Escutar coisas "Eu não esperava isso." e "Toda minha vida eu esperei por essa época da sua vida, e isso acontece." foi como enfiar uma faca em meu coração. Na verdade, eu preferiria que tivesse sido uma faca ao invés disso.
Desisto de escrever essa postagem. Eu só queria acordar e perceber que nada disso aconteceu.
domingo, 17 de junho de 2012
Detalhes.
Eu me apego demais. E me apego demais a tudo. Objetos, palavras, sentimentos, pessoas... Queria ser uma daquelas pessoas "místicas" para poder me sentir bem em me definir pelo meu signo. "Sou canceriana.". Pronto. Apenas essa frase e toda minha personalidade seria dita e eu teria uma justificativa, muito concreta para alguns, para todas as minhas ações.
Voltando, me apego fácil. E além de me apegar pelas pessoas, tenho o terrível hábito de me apegar a partes delas. Gestos, tipos de sorrisos, caretas, partes do corpo, sinais, cheiros... Tenho uma coisa que grava essas partes em mim. Tenho gravado em minha memória essas pequenas partes de todas as pessoas que considero importantes.
Direto ao ponto. Direto à razão pela qual decidir escrever esse post. Uma cicatriz. Ainda bem fresca em minha memória. Passava horas passando os dedos por cima dela. Imaginava os pontos usados para "costurar" a pele. Imaginava a pele pouco a pouco curando. Cicatrizando. Sentia todo a sua superfície. Era lisa. Mais lisa que a pele ao redor. Era fácil de ver. Era mais elevada que a pele. Essa elevação podia até ser vista através da camisa.
Essa dita cicatriz me persegue até os dias de hoje. Até os dias de hoje em que não posso mais "passar horas passando os dedos por cima". Em todos os corpos masculinos, busco essa cicatriz. Em abraços, passo os braços pelas costas, onde ela deveria estar, tentando buscar conforto... Mas ela não está em nenhum deles.
Fico pensando em como ela está agora. Fico pensando em outras mãos passando por ela. Imagino outras peguntando a você como você a conseguiu. Você provavelmente vai contar a mesma história que me contou. Provavelmente vai aumentá-la, mais ainda, para parecer "bacana". Fico pensando se outras dão a ela a mesma importância que eu dou. Pergunto-me se elas também gravaram ela na memória.
Fico até com ciúme(da cicatriz, não de você.). Fico com ciúme pois elas não dão a ela o valor que ela merece. Elas não vão saber o quão importante ela era para mim. Talvez nem você saiba... A questão é que essa é uma parte sua que eu gostaria de ter só para mim. Queria tirá-la de você e guardá-la em um potinho. Para que eu pudesse observá-la sempre que quisesse e senti-la quando tivesse vontade. Queria essa sua cicatriz, essa parte de você que fica presa em mim, só para mim. Só para mim.
Voltando, me apego fácil. E além de me apegar pelas pessoas, tenho o terrível hábito de me apegar a partes delas. Gestos, tipos de sorrisos, caretas, partes do corpo, sinais, cheiros... Tenho uma coisa que grava essas partes em mim. Tenho gravado em minha memória essas pequenas partes de todas as pessoas que considero importantes.
Direto ao ponto. Direto à razão pela qual decidir escrever esse post. Uma cicatriz. Ainda bem fresca em minha memória. Passava horas passando os dedos por cima dela. Imaginava os pontos usados para "costurar" a pele. Imaginava a pele pouco a pouco curando. Cicatrizando. Sentia todo a sua superfície. Era lisa. Mais lisa que a pele ao redor. Era fácil de ver. Era mais elevada que a pele. Essa elevação podia até ser vista através da camisa.
Essa dita cicatriz me persegue até os dias de hoje. Até os dias de hoje em que não posso mais "passar horas passando os dedos por cima". Em todos os corpos masculinos, busco essa cicatriz. Em abraços, passo os braços pelas costas, onde ela deveria estar, tentando buscar conforto... Mas ela não está em nenhum deles.
Fico pensando em como ela está agora. Fico pensando em outras mãos passando por ela. Imagino outras peguntando a você como você a conseguiu. Você provavelmente vai contar a mesma história que me contou. Provavelmente vai aumentá-la, mais ainda, para parecer "bacana". Fico pensando se outras dão a ela a mesma importância que eu dou. Pergunto-me se elas também gravaram ela na memória.
Fico até com ciúme(da cicatriz, não de você.). Fico com ciúme pois elas não dão a ela o valor que ela merece. Elas não vão saber o quão importante ela era para mim. Talvez nem você saiba... A questão é que essa é uma parte sua que eu gostaria de ter só para mim. Queria tirá-la de você e guardá-la em um potinho. Para que eu pudesse observá-la sempre que quisesse e senti-la quando tivesse vontade. Queria essa sua cicatriz, essa parte de você que fica presa em mim, só para mim. Só para mim.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
La Belle Époque.
Não existem palavras para descrever em como ando de bem com tudo... Parece que tudo está tão encaixado, eu estou realmente onde deveria estar.
Ter a liberdade de fazer o que eu quiser, quando eu quiser. Rir até chorar, depois rir mais uma vez. Sentir mais uma vez aquela sensação de bem estar emocional. Até quem antes me fazia mal, agora me faz bem. Consegui transformar algo que antes era doloroso e cheio de culpa, em mais um das minha alegrias diárias.
Não sei a razão de eu estar postando isso aqui, mas acho que quando você está feliz você tem necessidade de se expressar para o mundo.
Everything I want I have. Love, friends and rivieras...
domingo, 20 de maio de 2012
Ainda bem que agora encontrei você,
É bom saber como é ter um relacionamento saudável. Sem aquela coisa de "um-tem-que-estar-por-cima". Sem aqueles joguinhos ridículos. Não é um jogo, não há nada para ganhar. Até hoje eu não sei o porquê de eu jogar aquele jogo, não existia um "grande prêmio". Era tudo uma batalha de egos.
Voltando ao assunto inicial, gosto desse novo tipo de relacionamento. Relacionamento com conversas. Não apenas flertes e contato físico. Coisas simples, praticamente infantis. Pela primeira vez, tenho um amigo e "amante" ao mesmo tempo.
Sair juntos sem motivo algum. Ficar horas conversando sobre coisas irrelevantes. Passar o tempo juntos, até sem falar nada mesmo, só sentindo a presença do outro. Assistir filme "abraçadinho", sem "pegação", só abraçados mesmo, sentindo a respiração, os batimentos...
Posso afirmar que estou feliz agora. No começo eu pensava demais nas consequências e o que poderia acontecer, mas agora deixo tudo acontecer na ordem natural das coisas. Mas lá na fundo mesmo, eu tenho receio. Já tenho medo das coisas que irão acontecer de um jeito de outro. Não consigo me acostumar com essa coisa de "tudo está dando certo".
"Eu realmente não sei o que eu fiz pra merecer você... Porque ninguém dava nada por mim. Quem dava, eu não tava a fim. Até desacreditei de mim."
sábado, 5 de maio de 2012
Substituta.
Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
sábado, 21 de abril de 2012
Cartas que nunca mandei.
Por que você faz isso comigo?
Tenho quase certeza que é uma forma doentia sua de tentar sempre ter atenção. Tudo estava tão bem, os dois seguindo em frente... Tudo como devia ser. Mas seu egocentrismo, como sempre, quis me levar de novo para esse fundo do poço. Da última vez foi tão difícil de sair. Noites sem dormir, dias em que a única coisa que se passsava pela minha cabeça era você... E agora depois que consegui passar por tudo isso você vem tentar me jogar nesse poço. E eu como o ser humano estúpido que sou, deixo isso acontecer. Espero-te sempre no saguão de desembarque do aeroporto. Olhos cheios de saudade e braços ansiosos para o abraço.
Pior parte de tudo isso que você me traz é a loucura. É a paranóia de te ver em todos os cantos, sentir seu cheiro em tudo e ler palavras suas em lugares que elas não estão. Conversar com seus amigos e pensar que você, de alguma forma, escreveu aquela frase sem sentido. Ver mensagens de números desconhecidos e esperar que sejam suas, pedindo para voltar, pedindo para acabar o silêncio...
Talvez se eu não fosse tão cheia de orgulho bobo, pudesse ter dado certo. We could've had it all, você me disse uma vez. Pois devo te informar que você tinha meu coração e com ele todo meu amor, mas você preferiu ficar jogando jogos estúpidos com ele.
Para finalizar, saiba que "se você me perguntar se ainda é seu todo meu amor, eu sei que eu certamente vou dizer que sim. Mas já depois de tanta solidão, do fundo do meu coração, não volte nunca mais pra mim."
sexta-feira, 30 de março de 2012
Cada vez que vi você chegar,
Continuando na vibe de "pensei que não viveria sem você, mas tô vivendo", parei para pensar em "nós dois". Nada pessoal, não sinto mais por você o que eu sentia antes. Admito, com um pouquinho de orgulho até, que não penso mais em você todos os dias e horas e minutos. Para ser mais "exata", passo até dias sem pensar em ti. Mas I feel so alone on a friday night e sempre penso nisso para aumentar meu desconforto emocional.
Decidido eu disse: nunca mais. Mas novamente estúpido provei desse doce amargo, quando eu sei cada volta sua o que me faz. Vi todo o meu orgulho em sua mão deslizar, se espatifar no chão. Eu vi o meu amor tratado assim, mas basta agora o que você me fez. Acabe com essa droga de uma vez. Não volte nunca mais pra mim.
terça-feira, 27 de março de 2012
-Sim, eu sou.
-Olá.
-Olá, quanto tempo!
-Verdade, já faz tanto tempo que eu mal consigo me lembrar do som da sua voz.
-Eu não conseguiria esquecer o som da sua.
-...
-Você se arrepende?
-De que?
-De ter nos abandonado...
-Para falar a verdade, não.
-Acho que foi melhor assim.
-Nunca foi real...
-Para mim foi.
-...
-Sinto sua falta todos os dias. Mesmo sabendo que foi o certo, sua ausência ainda me perturba.
-Também sinto a sua.
-Você é feliz?
-Sim, eu sou.
-Olá, quanto tempo!
-Verdade, já faz tanto tempo que eu mal consigo me lembrar do som da sua voz.
-Eu não conseguiria esquecer o som da sua.
-...
-Você se arrepende?
-De que?
-De ter nos abandonado...
-Para falar a verdade, não.
-Acho que foi melhor assim.
-Nunca foi real...
-Para mim foi.
-...
-Sinto sua falta todos os dias. Mesmo sabendo que foi o certo, sua ausência ainda me perturba.
-Também sinto a sua.
-Você é feliz?
-Sim, eu sou.
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